Citações - Ação Humana (Mises)

Ação Humana: um tratado de economia

Citações do livro Ação Humana: um tratado de economia

Ideologia é o conjunto de todas as nossas doutrinas relativas à conduta individual e às relações sociais. Tanto a visão de mundo como a ideologia vão além dos limites impostos a um estudo, neutro e acadêmico, das coisas como são na realidade. Não são apenas teorias científicas, mas também doutrinas acerca do que deveria ser, isto é, acerca dos fins últimos que o homem deveria pretender atingir nas suas preocupações terrenas.

ao lidar com filosofias e ideologias, as pessoas se preocupam mais com o que essas doutrinas afirmam em relação às coisas transcendentes e impenetráveis e menos com o que postulam em relação às atividades terrenas.

O único efeito das ideologias contraditórias é esconder os problemas reais e, consequentemente, impedir as pessoas de encontrarem a tempo a política adequada para resolvê-los.

O objetivo principal da praxeologia e da economia é substituir os credos contraditórios do ecletismo popular por ideologias consistentes e corretas.

As pessoas não familiarizadas com a teoria econômica geralmente acreditam que a expansão do crédito e o aumento na quantidade de dinheiro em circulação são meios eficazes para diminuir a taxa de juros e mantê-la abaixo do nível que atingiria num mercado de capitais e empréstimos não manipulado. Esta teoria é completamente ilusória.

As doutrinas do nazismo são condenáveis, mas na essência não diferem das ideias socialistas e nacionalistas aceitas pela opinião pública de outros países.

os nazistas desejavam o controle governamental da atividade econômica, bem como a autossuficiência, ou seja, a autarquia econômica para seu próprio país.

E, enquanto a ideologia do socialismo e do nacionalismo dominar a opinião pública mundial, os alemães ou outros povos tentarão de novo recorrer à agressão e à conquista, se acaso lhes surgir uma nova oportunidade.

A ação é sempre dirigida pelas ideias; realiza o que foi antes pensado.

Quem pretender aplicar a violência necessita da cooperação voluntária de algumas pessoas. Um indivíduo que só possa contar consigo mesmo jamais poderá governar por meio da violência física. Necessita do apoio ideológico de um grupo a fim de subjugar outros grupos.

Um sistema durável de governo tem que estar baseado numa ideologia aceita pela maioria. O “verdadeiro” fator – as “forças efetivas” que sustentam o governo e que atribuem aos governantes o poder de usar violência contra grupos minoritários renitentes – é essencialmente ideológico, moral e espiritual.

A opinião pública de um país pode estar tão dividida ideologicamente, que nenhum grupo seja suficientemente forte para estabelecer um governo durável. Surge, então, a anarquia. As revoluções e os conflitos internos tornam-se permanentes.

As noções de progresso e retrocesso só fazem sentido num sistema teleológico de pensamento. Numa tal estrutura, faz sentido chamar de progresso o aproximar-se da meta desejada, e de retrocesso um movimento na direção oposta. Tais conceitos, se não fazem referência à ação de algum agente e a um objetivo definido, são vazios e desprovidos de sentido.

Os homens não são infalíveis: ao contrário, erram com frequência.

A democracia garante um sistema de governo de acordo com os desejos e planos da maioria. Mas não pode impedir as maiorias de serem vítimas de ideias falsas nem de adotarem políticas que não só são inadequadas para atingir os fins pretendidos, como também podem ser desastrosas.

As maiorias também podem errar e destruir a nossa civilização.

Não há lugar, num sistema praxeológico, para o meliorismo ou para o fatalismo otimista. O homem é livre no sentido de ter que escolher de novo, diariamente, entre políticas que conduzem ao sucesso e políticas que conduzem ao desastre, à desintegração social e ao barbarismo.

Dar presente unilateralmente, sem pretender ser recompensado por qualquer forma de conduta da parte do recebedor ou de terceiras pessoas, constitui troca autística.

A civilização humana, tal como até agora é conhecida pela experiência histórica, é preponderantemente um produto de relações contratuais.

A civilização humana, tal como até agora é conhecida pela experiência histórica, é preponderantemente um produto de relações contratuais.

Os partidos políticos que, na ânsia de substituir o sistema contratual pelo sistema hegemônico, evocam a decadência da paz e da segurança burguesa, exaltam a nobreza da violência e do derramamento de sangue, e enaltecem a guerra e a revolução como o método eminentemente natural das relações inter-humanas, são intrinsecamente contraditórios.


Admitiam tacitamente que as mudanças no poder de compra ocorriam em relação a todos os bens e serviços, ao mesmo tempo, e na mesma proporção. É isso, certamente, o que está implícito na fábula da neutralidade da moeda. Sustentava-se que toda a teoria cataláctica podia ser elaborada sobre a pressuposição de que só existiria troca direta. Uma vez que fosse elaborada esta teoria, bastaria “simplesmente inserir” a moeda no conjunto de teoremas relativos à troca direta.

A base da economia moderna é a noção de que é precisamente a disparidade de valor atribuída aos objetos trocados que resulta na sua troca. As pessoas compram e vendem unicamente porque atribuem um maior valor àquilo que recebem do que àquilo que cedem.

A arte da engenharia pode estabelecer como uma ponte deve ser construída para atravessar um rio, num determinado ponto e com uma determinada capacidade de carga; mas não é capaz de dizer se a construção da ponte em questão absorverá ou não mão de obra e fatores materiais de produção que poderiam ser usados para satisfazer uma necessidade mais urgente. Não pode dizer, sequer, se a ponte devia ser construída, onde devia ser construída e que capacidade de carga deveria ter, e qual deveria ser o sistema de construção escolhido, entre os diversos possíveis.

Onde não existirem preços em moeda, não existirão quantidades econômicas. Neste caso, existirão apenas várias relações quantitativas entre as várias relações de causa e efeito do mundo exterior; não haverá meio de o homem descobrir qual o tipo de ação melhor serviria aos seus esforços para diminuir, tanto quanto possível, o desconforto.

O cálculo econômico é tão eficiente quanto pode ser.

poderia aumentar sua eficiência. Propicia ao agente homem todos os serviços que podem ser obtidos com a computação numérica. Não consiste, evidentemente, num meio de conhecer condições futuras com certeza, nem retira da ação o seu caráter especulativo. Mas isto só pode ser considerado como uma deficiência por aqueles que não chegam a perceber o fato de que a vida não é rígida, que todas as coisas estão em permanente mutação e que os homens não podem ter nenhuma certeza quanto ao futuro.

Não é tarefa do cálculo econômico aumentar o conhecimento do homem quanto a condições futuras. Sua tarefa é ajustar as ações do homem, tanto quanto possível, à sua própria opinião relativamente à satisfação de necessidades no futuro. Para isso, o agente homem necessita de um método de computação que se aplique a todos os elementos considerados. Este denominador comum do cálculo econômico é a moeda.

O cálculo econômico não se aplica às coisas que não podem ser compradas ou vendidas com dinheiro.

A moeda, os preços em moeda, as transações mercantis, assim como o cálculo econômico que se baseia nesses elementos, são os principais alvos dos críticos. Pregadores loquazes condenam a civilização ocidental como um sistema perverso de traficantes e mascates. A presunção, o farisaísmo e a hipocrisia exultam em escarnecer a ‘‘filosofia do dólar’’, que se supõe típica de nossa época. Reformadores neuróticos, literatos mentalmente desequilibrados e demagogos ambiciosos sentem prazer em acusar a ‘‘racionalidade’’ e em pregar o evangelho do ‘‘irracional’’. Aos olhos desses falastrões, a moeda e o cálculo são as fontes dos piores males. Entretanto, o fato de os homens terem elaborado um método para avaliar tanto quanto possível a conveniência de suas ações e para diminuir o desconforto da maneira mais prática e econômica não impede alguém de ajustar sua conduta aos princípios que considere mais certos. O ‘‘materialismo’’ da Bolsa de Valores e da contabilidade comercial não proíbe a ninguém viver segundo os padrões do monge Thomás de Kempis, nem morrer por uma causa nobre. O fato de as massas preferirem estórias de detetives a poesia, tornando esta menos lucrativa do que aquelas, não tem nada a ver com o uso de moeda nem com contabilidade monetária. Não é culpa da moeda o fato de existirem bandidos, ladrões, assassinos, prostitutas, funcionários e juízes corruptos. Não é verdade que não ‘‘valha a pena’’ ser honesto. Vale a pena para aqueles que preferem a fidelidade aos princípios que consideram certos às vantagens que poderiam obter com outra atitude.

Há outro grupo de críticos que não chega a perceber que o cálculo econômico é um método disponível tão somente às pessoas que atuam num sistema econômico baseado na divisão do trabalho e numa ordem social alicerçada na propriedade privada dos meios de produção. Só pode servir às considerações de indivíduos ou grupos de indivíduos que operem no quadro institucional desta ordem social. Consequentemente, é um cálculo de benefícios privados e não de ‘‘bem estar social’’. Isto significa que os preços de mercado são o fato básico para o cálculo econômico. Só pode ser aplicado em considerações que se baseiem na demanda dos consumidores manifestada no mercado, e não segundo valorações hipotéticas de um ente ditatorial, diretor supremo da economia nacional ou mundial.

Mesmo os economistas clássicos não foram capazes de se libertar desse erro. Para eles, valor era algo objetivo, isto é, um fenômeno do mundo exterior, uma qualidade inerente às coisas e, portanto, mensurável. Falharam inteiramente ao não perceber o caráter puramente humano e voluntarista dos julgamentos de valor.

mudanças no poder aquisitivo da moeda afetam necessariamente os preços dos vários bens e serviços, em momentos diferentes e numa proporção diferente; consequentemente, produzem mudanças na oferta e procura, na produção e no consumo.145 A ideia implícita no impróprio termo nível de preços, como se – mantidas iguais as demais circunstâncias – todos os preços pudessem aumentar e diminuir uniformemente, é uma ideia insustentável.

O poder de compra da unidade monetária nunca varia uniformemente em relação a todas as coisas vendáveis ou compráveis.

A ação humana provoca mudanças. Na medida em que há ação humana, não há estabilidade, mas incessante alteração.

É da natureza humana querer melhorar, conceber novas ideias e ajustar as condições de sua vida em conformidade com essas ideias.

Quando as autoridades governamentais expandem a quantidade de moeda em circulação, seja para aumentar sua capacidade de gastar, seja para produzir uma temporária baixa na taxa de juros, desarticulam todas as relações monetárias e perturbam o cálculo econômico.

Desemprego e Política Monetária

Realizei a leitura do livro "Desemprego e Política Monetária" que foi escrito por Hayek, neste livro, o autor argumenta que os desarranjos e ciclos econômicos de expansão e contração são causados pela forma como o governo conduz a política monetária, e mais precisamente, nos objetivos das políticas, segundo ele, a busca pelo objetivo de pleno emprego enquanto o governo emite moeda (inflação) conduz a sociedade a um desemprego menor, porém os empregos criados dependem de uma crescente inflação, e, tão logo a mesma cesse ou se desacelere, esses empregos criados com a inflação serão extintos, e a economia tenderá a uma correção do desarranjo criado pelo governo (ou seja, uma recessão), e devido a isso, haverá no longo prazo um desemprego ainda maior que o inicial.

O Autor N. Gregory Mankiw também cita em seu livro "Introdução à Economia" o tradeoff entre desemprego e inflação, onde a consequência inevitável do aumento da quantidade de moeda na economia é o aumento no nível de preços no longo prazo, porém até que isso ocorra, haverá uma redução no nível de desemprego.

Capa de Livro - Ilustração


De a César o que é de César: a passagem mais incompreendida do novo testamento

Este ensaio examina quatro dimensões do Episódio do Tributo: o cenário histórico do Episódio; a estrutura retórica do próprio Episódio; o contexto da cena dentro dos Evangelhos; e, finalmente, como a Igreja Católica, por Si, entendeu o Episódio do Tributo. Estas dimensões apontam a uma conclusão: o Episódio do Tributo não defende a posição de que é moralmente obrigatório pagar impostos.

Baixei este artigo via Discord no servidor Cultura Libertária

https://drive.google.com/open?id=1RL5g9S3RtZRhIkJNRxDhm8Xk_aCuFVDG

O ciclo do café poderia ser explicado pela teoria austríaca dos ciclos econômicos?


Me pergunto se toda aquela coisa que vemos nas aulas de história sobre o ciclo do café, a ascensão e declínio, a importância do café na economia brasileira antes da revolução de 1930, etc etc etc. será que isso pode ser explicado pela Teoria Austríaca dos Ciclos Econômicos?.

Tendo em vista o alto nível de intervenção estatal naquele momento, e que pessoas reagem a incentivos, e que provavelmente o governo dava um incentivo muito forte para que os proprietários de terra optassem pela cafeicultura, causando assim distorções no mercado - a teoria austríaca dos ciclos econômicos poderia sozinha explicar o Boom&Bust sem que a primeira guerra mundial e posteriormente a grande depressão ficassem como 100% culpadas

De qualquer forma, estarei tentando uma pesquisa mais aprofundada sobre o assunto em livros sobre a história econômica do Brasil, tentei procurar por artigos mas acabei pesquisando por "Política do Café com Leite" em vez de "Ciclo do Café".

Os entregadores de aplicativo e o desemprego

É incrível como o mercado gerou milhares de empregos pelo Brasil, os entregadores de aplicativos atendem a uma demanda – a demanda dos clientes famintos que querem se alimentar sem sair de suas casas.

Mas... algumas pessoas de barriga cheia e com preocupações mais elevadas que um simples “como vou pagar o aluguel esse mês?” estão tomando para si a dor dos pobres entregadores explorados pelo capitalismo selvagem.

Pobres coitados oprimidos, trabalhando sem a proteção e intervenção do estado, sem INSS, 13º Salário, Férias, etc, e ganhando mal.

O que estas pessoas preocupadas com essa causa pensaram em fazer? Reclamar no facebook, dizer que são escravos modernos e chamar o estado para cima deles, pedindo por intervenção no setor. O que o estado vai fazer se essas pessoas ficarem sem emprego? Contratar metade para cavar buracos nas vias e a outra metade para tampar? Vai pagar eles como? Impressão de moeda?

Ora, se esses esquerdistas apenas pensassem um pouco poderiam resolver o problema, se eles acham que o entregador ganha mal, basta que, quando comprarem alguma coisa pelos aplicativos dê uma grana de gorjeta diretamente ao empregador, aumentando a remuneração dele.

Se eles não possuem proteção do INSS porque não fazem o pagamento como autônomo?

A solução para qualquer problema está em nossas mãos, e as pessoas trabalharem desta forma não é um problema e sim uma consequência, uma consequência da crise na qual o PT nos deixou com sua irresponsabilidade fiscal e incentivo aos desarranjos econômicos através da Nova Matriz Econômica. São 12 milhões de desempregados no Brasil.

Um outro exemplo de consequências da queda do emprego formal é a Estação Capão Redondo do Metrô de SP, me lembro bem que em 2013 não havia nenhum cristão vendendo água, conforme a crise foi se profundando o lugar foi aos poucos se transformando numa feira, em 2017 logo pela manhã havia uma dúzia de concorrentes vendendo cafezinho e bolo, e hoje em dia tem qualquer coisa que se precise, desde lanches até roupas e acessórios para telefone e seda para fumo.

Além do fato de que a maioria destes entregadores de aplicativos são jovens de 19 a 27 anos, classe que mais sofre com o desemprego graças ao salário mínimo muito alto (1) (2) (3).

"O Salário é muito para quem paga e pouco para quem recebe" - Jair Bolsonaro.

Federal Reserve inflando a bolha, até quando?

A bolha americana continua a ser inflada pelo Federal Reserve, o ciclo continua na fase de expansão (boom), mas quando virá a recessão (bust).
Desde 2008 o governo central americano vem incorrendo suscetivos deficits para "estimular" a economia, mas todo mundo sabe que esse tipo de política só leva aos ciclos econômicos de boom e bust, segue um gráfico da dívida como porcentagem do PIB.

Gráfico


O Balanço do Federal Reserve que estava em queda devido a uma política do FED acabou tendo um súbito aumento devida a falta de liquidez no mercado interbancário, demonstrando sinais claros de fraqueza do setor financeiro e levando os EUA a realizarem um novo estímulo, segue o gráfico.


Gráfico

Com essa informação em mente, temos o gráfico do desemprego nos EUA. Segundo Mankiw e Rothbard a sociedade enfrenta no curto e longo prazo um tradeoff entre inflação e desemprego - basicamente quando se inflaciona a base monetária o nível de desemprego cai, e históricamente nos EUA há uma relação entre níveis baixos de desemprego e recessão, segue o gráfico.


Gráfico

E no mercado global o Japão aprovou um pacote de estímulos para tentar crescer o PIB de sua economia estagnada repleta de empresas Zumbis e juros negativos.


"O pacote de 13,2 trilhões de ienes (121,50 bilhões de dólares) deve elevar o Produto Interno Bruto do país em 1,4% até o ano fiscal de 2021 e ocorre num momento em que o Japão, como outras grandes economias, procura reviver o crescimento através dos gastos, à medida que os bancos centrais rapidamente ficam sem opções de política monetária."

Por enquanto seguimos observando enquanto bancos centrais agem como se estivessem em uma crise.

Como investir em Startups?

Segundo o Startse, "Startup é o período inicial, intenso e temporário de um novo empreendimento que - provavelmente utilizando tecnologia no produto final ou em algum processo relevante - está buscando validar um modelo de negócios inovador, repetível e escalável, sob condições de extrema incerteza."

Startse é uma empresa especializada em Startups, ela provê tecnologias e serviços para informar, educar e conectar as pessoas, para assim estarem preparadas a desenvolver e realizar negócios da Nova Economia. a Captable é a plataforma de investimentos da Startse.

O investimento em Startups é um investimento de ALTO RISCO, porém quanto maior o risco maior é o retorno. ao investir atráves da plataforma captable é emitído um título - NOTA CONVERSÍVEL EM PARTICIPAÇÃO SOCIETÁRIA,neste sistema o investimento é como um emprestímo, e como o nome já diz, o emprestímo pode ser convertido em participação societária.

Além do alto risco associado a probabilidade de perder todo o valor investido, existe ainda a falta de liquidez, portanto, não é como ações da B3 em que você vende facilmente, trata-se de um título que terá de ser vendido a outra pessoa pelo preço que ela estiver disposta a pagar.

Porém se a empresa for adquirida por outra empresa, o ganho pode ser altissímo, ou não - esse é o risco, é um investimento que poderá trazer altos ganhos, ou a perca de todo o capital investido.

De qualquer forma, eu acho uma ótima oportunidade para diversificar uma carteira de investimentos, a CVM proibe que uma pessoa física invista mais de 10 mil reais nesse tipo de investimento a não ser que você seja um investidor qualificado (quem tem mais de R$ 1 milhão investido).

Veja os investimentos disponíveis na plataforma da Captable AQUI

O investimento mínimo é de mil reais.

A próxima inversão na curva de juros?

Estaríamos a ponto de presenciar a próxima inversão da curva de juros? para quem não sabe, inversão da curva de juros é quando os juros dos títulos do tesouro americano (ou qualquer título) de longo prazo fica com os juros mais baixos que os juros de curto prazo.

Trata-se de uma anomalia econômica, pois em circunstâncias normais a lei é: quanto maior o prazo de resgate = maior a taxa a ser paga. isso devido que a incerteza no longo prazo será bem maior, e consequentemente o risco ao qual o investidor estará exposto será maior. (isso vale para qualquer título).

Esta anomalia econômica consegue prever recessões nos Estados Unidos com bastante precisão, a inversão acontece quando os títulos de maior prazo (30 anos) ficam com taxas mais baixas que os títulos de curto prazo (3 anos), isso acontece porque os investidores preveem a recessão e passam a buscar por títulos de prazo mais longo, e pela lei da oferta e demanda, o preço (juros a ser pago) acaba por diminuir, ao mesmo tempo em que os juros de prazo menor passam a ser menos demandados e seu preço sobe, causando assim uma inversão da taxa de juros.

Um tempo atrás após ler um artigo do Instituto Mises sobre essa tal inversão da curva de juros, e como eu estava tentando aprender o básico de Python, criei um código que puxa de uma API do St. Louis FRED os dados das taxas e exibe uma mensagem de acordo com as taxas. Hoje, dia 18 de maio de 2019 este código me apresentou um alerta: "A taxa de juros de 3 meses esta maior que a taxa de 2 anos", e as taxas de juros estão em: 2,35% - 2,2% - 2,4% - 2,84% para 3 meses, 2 anos, 10 anos e 30 anos respectivamente.

Isso é um indicador de alerta, não quer dizer muita coisa, pois as taxas de 2 anos e 10 anos estão numa boa, e nosso indicador de inversão da curva de juros é entre as taxas de 3 meses e 30 anos.

Gráfico das taxas de juros mostrando uma inversão entre as taxas de 3 meses e 2 anos.

Segundo a teoria de que uma inversão nas taxas de juros dos títulos do tesouro americano de 3 meses e 30 anos causa recessão, está recessão chegaria num período de 6 meses a 1 ano.

Então é isso, fiquem de olho nos indicadores e Stay Safe

Referências Bibliográficas

https://mises.org.br/Article.aspx?id=2971
https://www.thebalance.com/inverted-yield-curve-3305856
https://www.investopedia.com/terms/i/invertedyieldcurve.asp

Como criar um token na plataforma WAVES

Hoje criarei um Token na plataforma WAVES, está é a tela de Login, eu uso uma extensão no meu navegador chamada Waves Keeper onde eu deixo minha carteira salva.

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Esta é a exchange descentralizada DEX, onde podemos comprar e vender diversas moedas e tokens atráves da plataforma Waves.

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Dentro da plataforma Waves devidamente com a carteira criada e com as Waves necessárias para pagar a taxa de 1 Waves pela criação do Token, clicaremos neste símbolo, é a aba de criação de ativos digitais (tokens).

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Aqui colocaremos todas as informações do nosso token, abra a imagem e dê uma olhada, a descrição do token não poderá ser alterada posteriomente.

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Continuando, aqui podemos configurar o token para rodar um script, mas eu não sei bem o que é isso - Só sei que se você fizer isso as taxas de transação do seu token serão um pouco maiores. Clicamos em Generate para gerar o token.

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O Waves Keeper pedirá uma confirmação, clicaremos em Sign.

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Aqui é onde olharemos todos os detalhes de nosso token antes de clicar em SEND, pois após clicar não haverá mais volta, então tome cuidado - Pois custa 1 Waves para criar este token, e Waves é dinheiro.

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Aqui já podemos ver nosso Criptoativo em pleno funcionamento, criado e a transação confirmada em menos de 1 minuto, já podemos aqui começar a enviar para as pessoas pagando uma taxa fixa padrão de 0,001 Waves.

Todo token criado na plataforma entra automaticamente na Exchange Descentralizada DEX onde já pode ser comprado e vendido. Por meio do site h2ox.io você pode criar um faucet para seu Token, e também pegar outros Tokens via Faucet.

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Fiz até uma transação ao Vô Epaminondas do Canal Voepa, foi com ele que aprendi algumas coisas sobre criptomoedas inclusive a criar um token na Waves.

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Meu token pode ser visualizado aqui, caso queira me doar alguns do seu token que está criando, meu endereço Waves é: 3PQJQ2eYbGNebmxyobQw6ecqXfduzLBwJ4u

Índices de inflação IPCA e INPC desde 1979 até 2019

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo – IPCA que tem por objetivo medir a inflação de um conjunto de produtos e serviços comercializados no varejo, referentes ao consumo pessoal das famílias com rendimentos de 1 a 40 salários mínimos, qualquer que seja a fonte, residentes nas áreas urbanas das regiões de abrangência do SNIPC, as quais são: regiões metropolitanas de Belém, Fortaleza, Recife, Salvador, Belo Horizonte, Vitória, Rio de Janeiro, São Paulo, Curitiba, Porto Alegre, além do Distrito Federal e dos municípios de Goiânia e Campo Grande.

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor – INPC que tem por objetivo a correção do poder de compra dos salários, através da mensuração das variações de preços da cesta de consumo da população assalariada com rendimentos de 1 a 5 salários mínimos, cuja pessoa de referência é assalariada, residentes nas áreas urbanas das regiões de abrangência do SNIPC, as quais são: regiões metropolitanas de Belém, Fortaleza, Recife, Salvador, Belo Horizonte, Vitória, Rio de Janeiro, São Paulo, Curitiba, Porto Alegre, além do Distrito Federal e dos municípios de Goiânia e Campo Grande.

Com o advento desses números colocados em uma tabela podemos perceber como a tendência natural do estado é a Inflação e o Esfacelamento da Moeda. O Real desde jul/1994 tem uma inflação acumulada de 503,95% até mar/2019 (PS: esse numéro bate com a calculadora do cidadão do BC.

Data Índice nacional de preços ao consumidor (INPC) - Var. % mensal Índice nacional de preços ao consumidor-amplo (IPCA) - Var. % mensal
abr/79 3,45 -
mai/79 1,76 -
jun/79 3 -
jul/79 5,36 -
ago/79 5,79 -
set/79 6,61 -
out/79 5,06 -
nov/79 6,1 -
dez/79 4,51 -
jan/80 6,56 6,62
fev/80 4,15 4,62
mar/80 5,12 6,04
abr/80 4,85 5,29
mai/80 5,53 5,7
jun/80 5,52 5,31
jul/80 5,51 5,55
ago/80 5,15 4,95
set/80 4,45 4,23
out/80 9,65 9,48
nov/80 8,03 6,67
dez/80 6,8 6,61
jan/81 6,21 6,84
fev/81 6,05 6,4
mar/81 5,35 4,97
abr/81 6,54 6,46
mai/81 5,51 5,56
jun/81 5,07 5,52
jul/81 6,2 6,26
ago/81 6,12 5,5
set/81 5,28 5,26
out/81 4,62 5,08
nov/81 5,23 5,27
dez/81 5,69 5,93
jan/82 6,71 6,97
fev/82 6,58 6,64
mar/82 5,24 5,71
abr/82 5,65 5,89
mai/82 6,66 6,66
jun/82 7,14 7,1
jul/82 6,39 6,36
ago/82 5,57 5,97
set/82 4,3 5,08
out/82 3,91 4,44
nov/82 5,26 5,29
dez/82 8,19 7,81
jan/83 9,14 8,64
fev/83 8,04 7,86
mar/83 7,22 7,34
abr/83 6,57 6,58
mai/83 6,71 6,48
jun/83 10,83 9,88
jul/83 11,43 10,08
ago/83 9,85 9,11
set/83 11,27 10,3
out/83 10,1 8,87
nov/83 7,37 7,38
dez/83 8,34 8,68
jan/84 9,39 9,67
fev/84 9,74 9,5
mar/84 9,83 8,94
abr/84 9,52 9,54
mai/84 8,71 9,05
jun/84 9,96 10,08
jul/84 9,11 9,72
ago/84 8,57 9,35
set/84 11,1 11,75
out/84 10,49 10,44
nov/84 10,33 10,53
dez/84 11,62 11,98
jan/85 11,84 11,76
fev/85 10,95 10,87
mar/85 9,94 10,16
abr/85 8,58 8,2
mai/85 7,2 7,2
jun/85 8,33 8,49
jul/85 10,08 10,31
ago/85 11,61 12,05
set/85 10,09 11,12
out/85 10,25 10,62
nov/85 14,18 13,97
dez/85 15,75 15,07
jan/86 15,01 14,37
fev/86 12,46 12,72
mar/86 3,18 4,77
abr/86 0,43 0,78
mai/86 1,08 1,4
jun/86 0,97 1,27
jul/86 0,91 1,71
ago/86 1,43 3,55
set/86 1,19 1,72
out/86 1,43 1,9
nov/86 3,29 5,45
dez/86 7,27 11,65
jan/87 16,82 13,21
fev/87 13,94 12,64
mar/87 14,4 16,37
abr/87 20,96 19,1
mai/87 23,14 21,45
jun/87 21,3 19,71
jul/87 9,93 9,21
ago/87 5,09 4,87
set/87 7,15 7,78
out/87 10,88 11,22
nov/87 14,93 15,08
dez/87 13,97 14,15
jan/88 18,97 18,89
fev/88 15,81 15,7
mar/88 18,09 17,6
abr/88 18,33 19,29
mai/88 18,24 17,42
jun/88 22,28 22
jul/88 23,02 21,91
ago/88 20,63 21,59
set/88 26,93 27,45
out/88 26,69 25,62
nov/88 28,15 27,94
dez/88 28,43 28,7
jan/89 35,48 37,49
fev/89 16,35 16,78
mar/89 5,9 6,82
abr/89 8,06 8,33
mai/89 16,67 17,92
jun/89 29,4 28,65
jul/89 27,4 27,74
ago/89 33,18 33,71
set/89 36,35 37,56
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jul/13 -0,13 0,03
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jun/14 0,26 0,4
jul/14 0,13 0,01
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mar/15 1,51 1,32
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jun/15 0,77 0,79
jul/15 0,58 0,62
ago/15 0,25 0,22
set/15 0,51 0,54
out/15 0,77 0,82
nov/15 1,11 1,01
dez/15 0,9 0,96
jan/16 1,51 1,27
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set/16 0,08 0,08
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nov/16 0,07 0,18
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mai/17 0,36 0,31
jun/17 -0,3 -0,23
jul/17 0,17 0,24
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set/17 -0,02 0,16
out/17 0,37 0,42
nov/17 0,18 0,28
dez/17 0,26 0,44
jan/18 0,23 0,29
fev/18 0,18 0,32
mar/18 0,07 0,09
abr/18 0,21 0,22
mai/18 0,43 0,4
jun/18 1,43 1,26
jul/18 0,25 0,33
ago/18 0 -0,09
set/18 0,3 0,48
out/18 0,4 0,45
nov/18 -0,25 -0,21
dez/18 0,14 0,15
jan/19 0,36 0,32
fev/19 0,54 0,43
mar/19 0,77 0,75
Fonte IBGE IBGE

Dados do IBGE retirados do sistema gerenciador de séries temporais do Banco Central do Brasil